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Tratamentos para melasma e como prevenir

Procurando dicas de tratamentos para melasma? Então, veio ao lugar certo. Aqui nesse post explico tudo sobre esse transtorno dermatológico: o que é, as causas, fatores de risco, como diagnosticar, a prevenção e como tratar, inclusive mostro quais são os cremes que estou usando e meus resultados até agora. Fiz uma pequena resenha do Melanesse Manutenção Natupele e o Sérum intensivo multiclareador Chronos da Natura.



O que é o melasma?

Tratamentos para melasma
Eu e o meu melasma.

Primeiramente, antes de falar em tratamento, é importante entender o que é o melasma e como ele se forma.

Melasma é um transtorno dermatológico comum, que cursa com alteração da cor da pele (epiderme), hiperpigmentação, resultante da atividade aumentada dos melanócitos (células formadoras da melanina).

Essa hiperpigmentação é decorrente da deposição aumentada da melanina, pigmento de origem proteica, que é responsável pela coloração da pele. A melanina tem ação de proteção, evitando assim danos da radiação ultravioleta ao DNA das células.

A melanogênese (formação da melanina) é aumentada pela ativação de uma enzima chave: a tirosinase (falarei mais sobre ela em alguns tópicos abaixo).

O melasma mostra-se, então, como manchas acastanhadas ou marrom-acinzentadas, com formato similar ao de um “mapa” (assimétrico, com limites bem demarcados e com bordas irregulares). Mais comum na face, também pode ocorrer em outras partes do corpo, como nos braços, pescoço e colo.

No rosto, os locais onde mais são observadas as manchas de melasma são: nas maçãs, na testa, no queixo, na área sobre o lábio superior e nas têmporas.

Entretanto, o tamanho dessas manchas pode variar bastante, podendo chegar a tomar completamente a face.

O melasma tem caráter predominantemente estético, sem nenhum outro problema de saúde associado, a não ser psicológico. Afeta principalmente mulheres, mas também pode ser visto em homens (apenas 10% são afetados).

É uma condição crônica e recidivante, mais frequente nas mulheres em fase reprodutiva, entre 20 e 50 anos. É raro, mas também pode se manifestar antes da puberdade.

São mais vulneráveis as pessoas de pele morena em tons mais escuros, como as africanas, as afrodescendentes, as de ascendência árabe, as asiáticas e as hispânicas que, por natureza, produzem mais melanina, pois possuem melanócitos (células produtoras de melanina) mais ativos.

Classificação do melasma

Observando a distribuição da melanina pela mancha, o melasma pode ser classificado em 3 tipos:

  • Epidérmico – quando o depósito de melanina concentra-se na epiderme, a camada mais externa da pele. Como é mais superficial é o mais fácil de ser tratado.
  • Dérmico – a mancha de melanina concentra-se na derme, a camada intermediária da pele.
  • Misto – quando a mancha de melanina afeta tanto a derme quanto a epiderme. Esse é o tipo mais difícil de ser tratado, por ser mais profundo.



Causas do melasma

É um problema multifatorial, mas ainda não se conhece totalmente as causas do aparecimento do melasma.

O que é concreto é que a exposição aos raios ultravioleta estimula a atividade dos melanócitos.

Além da luz ultravioleta, principalmente de origem solar, que é invisível ao olho humano, estudos também registraram que a existência de uma luz visível, em menor grau, pode ocasionar o aumento na pigmentação característica do melasma.

Essa luz visível é aquela emitida pela tela do computador, do tablet, do celular e da TV, pelos raios laser ou pelas lâmpadas fluorescentes.

Estudos mais recentes, entretanto, sugerem que outras células da pele como os fibroblastos e mastócitos, que fazem parte do sistema de defesa do organismo, podem estar envolvidas no aparecimento do melasma. Relacionando, assim, o transtorno a problemas como a inflamação.

Manchas de melasma.

Fatores de risco para o melasma

Entre os principais gatilhos estão os fatores hormonais e a exposição solar, mas outros também estão relacionados. Assim, são fatores de risco:

  • Sexo feminino
  • Tons de pele mais escuros (fototipos III e IV)
  • Herança genética
  • Exposição aos raios ultravioleta
  • Uso de anticoncepcionais orais e terapia de reposição hormonal, pelo aumento da circulação de hormônios
  • Gravidez, também pela questão hormonal (muito comum nesse período, é também conhecido como cloasma gravídico ou máscara da gravidez)
  • Disfunção da tireoide
  • Uso de medicamentos para tratamento da hipertensão e da epilepsia
  • Uso de cosméticos irritantes para a pele (que reage a agressão produzindo mais melanina do que deveria).



Diagnóstico do transtorno

O diagnóstico baseia-se no levantamento da história pessoal e familiar do transtorno. Leva em conta o uso de contraceptivos orais, reposição hormonal, gravidez, hábitos de exposição a luz solar, assim como a avaliação clínica das manchas e a gravidade das lesões.

O exame utilizando a lâmpada de Wood é um recurso importante para constituir o diagnóstico e orientar o tratamento, pois ajuda a definir o tipo da lesão pigmentar e sua extensão.

É importante, contudo, estabelecer o diagnóstico diferencial do melasma com algumas doenças inflamatórias que também provocam hiperpigmentação na pele do rosto ou em outras áreas o corpo, como a dermatite de contato, a acne, a eczema e a doença de Addison, enfermidade que afeta a produção de hormônios pela glândula adrenal.

Também é preciso levar em conta que a hiperpigmentação pode ser induzida pelo uso de medicamentos. Entre eles, vale destacar: os antibióticos, como a tetraciclina e a ciclofosfamida, os antimaláricos e o cloridrato de amiodarona indicado para distúrbios cardíacos. Nesses casos, porém, as lesões não costumam ser simétricas.

Em raras situações, torna-se indispensável enviar para biopsia um pequeno fragmento da pele com excesso de melanina para diferenciar o melasma de outras afecções cutâneas.

Prevenção

Como já comentei, o melasma é uma condição adquirida, de caráter crônico, que exige atenção continuada e persistente para evitar sua reincidência após o tratamento.

Isso justifica o uso diário do protetor solar de amplo espectro contra a ação nociva dos raios ultravioleta A e B.

O FPS (fator de proteção solar) que normalmente vem estampado na embalagem dos produtos indica apenas o grau de proteção contra os raios UVB, que atingem as camadas mais superficiais da pele e provocam queimaduras, vermelhidão e ardor.

Contra os raios UVA, que danificam as camadas mais profundas da pele e são fatores de risco para o escurecimento das manchas, o envelhecimento precoce e o câncer de pele, a medida de proteção é apontada pela sigla PPD (Persistent Pigment Dark) ou UVA, seguidas por um número (PPD 20 ou UVA 20, por exemplo) ou pela repetição do sinal + (exemplos: PPD+ ou UVA++, PPD+++ ou UVA+++) no rótulo do produto.

Portanto, portadores de melasma devem usar diariamente protetor solar de amplo espectro com FPS igual ou superior a 30 e índice de PPD equivalente a pelo menos um terço do valor do FPS (UVA+ ou UVA++).

Outra informação importante é que o protetor solar (LINK) deve ser reaplicado a cada duas horas, se a pessoa permanecer ao ar livre e sempre que molhar a pele ou suar muito.

O melasma, contudo, pode regredir espontaneamente, bem devagar, depois do parto ou quando for abandonado o uso de contraceptivos orais.

No entanto, dado o caráter recidivante do distúrbio, existem outros cuidados que podem acelerar o processo e evitar as recaídas. Assim, prevenir continua sendo, entre todos, o melhor remédio.


Tratamentos para melasma

Além da aplicação sistemática do protetor solar de amplo espectro, o tratamento do melasma inclui o uso tópico de agentes ativos clareadores. Esses promovem o clareamento gradual das manchas causadas pela produção excessiva de melanina.

Existem várias substâncias que podem reduzir o nível de pigmentação da pele. Os principais mecanismos de atuação destas substâncias residem na:

  • Redução da síntese de melanina, principalmente por meio da inibição da tirosinase.
  • Inibição da transferência da melanina dos melanossomos (corpúsculos intra-celulares que armazenam a melanina) aos queratinócitos (células do epitélio da pele).
  • Descamação da pele para a remoção do excesso do conteúdo de melanina.
  • Ação antioxidante, já que o distúrbio tem relação com inflamação.

A seguir estão os ativos usados por cada um dos mecanismos de atuação dos tratamentos para melasma.



Tratamentos para melasma com inibidores da tirosinase

A tirosinase é o alvo mais comum para o clareamento cutâneo. Os inibidores da tirosinase mais comuns são os compostos derivados de quinonas, tais como a hidroquinona, mas já existem muitos outros.

Quinonas

A hidroquinona foi o padrão convencional no tratamento de hiperpigmentações por mais de 40 anos. Este ativo pode ser encontrado no trigo, na cerveja no café e em berries.

Entretanto, por apresentar alta agressividade, gerando perda de melanócitos e descoloração permanente da pele, a hidroquinona deixou de ser o padrão e foi banido na Europa.

Assim, atualmente, empregam-se substitutos em formulações. Portanto, o uso de cosméticos com hidroquinona deve ser acompanho por dermatologista.



Arbutin e seus derivados

Um dos substitutos à hidroquinona é o arbutin, um derivado glicosilado da hidroquinona encontrado em cranberries, blueberries, no trigo e em ervilhas. O arbutin é menos tóxico para os tecidos do que a hidroquinona e inibe a tirosinase por ligação competitiva e reversível.

Um derivado sintético do arbutin, o deoxiarbutin, age, também, na redução da transcrição do gene que codifica para a tirosinase.


Ácido kójico

Existem ativos não relacionados a quinonas e que atuam inibindo a tirosinase. É o caso do ácido kójico, isolado de fungos do gênero Acetobacter, Aspergillus e Penicillium.

Mas apesar de popular no tratamento do melasma, o ácido kójico pode causar sensibilização, eritema e dermatite de contato.

Ácido azeláico

O ácido azeláico é naturalmente encontrado no trigo, no centeio e na cevada, mas este ativo também pode ser produzido pela levedura Pityrosporum ovale.

É normalmente empregado no tratamento da acne, da rosácea, da pigmentação cutânea, das sardas, dos nevos e das manchas senis. Age como um inibidor competitivo.


Flavonoides

Existem cerca de 4000 flavonoides identificados até o momento, apresentando uma variedade de atividades como a anti-inflamatória, a sequestradora de radicais livres e a anti-carcinogênica.

Alguns destes flavonoides, como a aloesina, os derivados de hidroxistilbenos e o extrato de licorice são utilizados em formulações para clareamento cutâneo.

A aloesina, por exemplo, é capaz de inibir competitivamente a tirosinase.

Já os hidroxistilbenos, do qual o representante mais conhecido é o resveratrol, podem reduzir a atividade da tirosinase.

O extrato de licorice também possui a capacidade de inibir a tirosinase.

A controvérsia do uso de compostos flavonoides como ativos clareadores reside no fato de que alguns promovem o efeito inverso, ou seja, promovem a melanogênese. Alguns exemplos de flavonoides paradoxos são a naringenina, a quercetina, a luteolina e a taxifolina.


Inibição da transferência da melanina para a epiderme

Uma etapa crítica da pigmentação cutânea é a transferência dos melanossomos aos queratinócitos.

Sugere-se que o receptor protease-ativado 2 (PAR-2) possua um papel importante nessa transferência, de forma que a ativação de PAR-2 implica em aumento da hiperpigmentação.

Acredita-se que os extratos de soja e o leite de soja tenham a capacidade de inibir PAR-2, atuando como agentes clareadores por este mecanismo.

Outro ativo para o qual acredita-se que o mecanismo de ação seja a inibição da transferência de melanossomos aos queratinócitos é a niacinamida. Este composto é a forma biologicamente ativa da vitamina B3.

Lecitinas e seus conjugados também possuem efeito semelhante.


Tratamentos para melasma por descamação da pele e aceleração do turnover celular

Os agentes químicos que promovem a descamação da epiderme também são empregados com a finalidade de redução de manchas devido ao fato de removerem os queratinócitos ricos em melanina.

Alguns exemplos de ativos desta categoria são os α-hidroxiácidos e os ácidos salicílico, linoleico e retinoico.

Alguns destes ácidos, como o glicólico (o menor dos α-hidroxiácidos) e o linoleico, exibem não só a capacidade esfoliante, como também são capazes de inibir a tirosinase.

Acredita-se que os ácidos retinoides ajam sobre a transcrição da tirosinase, reduzindo-a assim como o ácido octadecenodioico.

Em contraste com os ácidos graxos insaturados, os ácidos graxos saturados como o palmítico e o esteárico exibem o efeito oposto, aumentando a atividade tirosinase e a síntese de melanina.


Antioxidantes: tratamentos para melasma

A ideia de se utilizarem os antioxidantes para o clareamento da pele vem da hipótese de que o estresse oxidativo gerado pela radiação UV contribui com a ativação da melanogênese.

Sabe-se que a radiação UV é capaz de induzir à formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) na pele.

Os agentes antioxidantes podem, também, interagir com a enzima tirosinase impedindo a sua polimerização para a formação de melanina.

Ainda, os antioxidantes podem reduzir a foto-oxidação da melanina pré-existente. Alguns dos antioxidantes veiculados em formulações para clareamento cutâneo são as vitaminas E, C e B.

Outros tratamentos

Quadros que se revelaram refratários à aplicação local de agentes clareadores e ao peeling superficial podem valer-se das terapias com raios laser, visando ao rompimento dos grãos de melanina que serão reabsorvidos e eliminados pelas células do organismo.

Os tratamentos com agentes clareadores, peeling ou laser, entretanto, podem desencadear efeitos colaterais indesejáveis. Por isso, devem acompanhados de perto pelo médico dermatologista que prescreveu a medicação.

Controle: aumento dos cuidados no verão

No tratamento para melasma a atenção deve ser redobrada entre dez da manhã e quatro da tarde, período em que é maior a emissão dos raios ultravioleta que agridem a pele.

O protetor solar é para ser usado o dia todo, todo dia e não só nos momentos de lazer na praia ou na piscina.

Mesmo nos dias nublados, ele deve ser aplicado, porque os raios ultravioleta conseguem romper a barreira imposta pelas nuvens e manchar a pele.

Que a dupla “melasma e verão” é um verdadeiro filme de terror, isso muitas mulheres já perceberam na pele, inclusive eu! Então, o segredinho é aumentar a proteção, combinando filtros solares físicos e químicos.

Filtros solares físicos são roupas, chapéus, viseiras, óculos escuros e guarda-sol, de preferência recobertos com substâncias específicas para barrar os raios ultravioletas.

E, também, os pigmentos presentes em alguns protetores solares, que formam literalmente uma barreira física contra os raios solares, aumentando a proteção dos filtros químicos.

Assim, a aplicação de protetor solar de amplo espectro com cor de base no rosto, além de uniformizar a aparência da pele e proteger contra a ação prejudicial dos raios ultravioleta UVB e UVA, têm outra vantagem: a cor funciona como uma segunda barreira de proteção contra os danos causados, também, pela luz visível que se propaga nos ambientes fechados com ar condicionado funcionando.


É possível manter o uso dos cosméticos à base de ácidos no verão?

Depende muito do tipo de pele e do ácido. Há ácidos que são hidratantes e calmantes, como o ácido hialurônico.

O tratamento com vitamina C também pode ser mantido durante o verão, desde que conjugado com o protetor solar.

O ácido tranexâmico é outro que pode ser utilizado no verão, pois clareia sem sensibilizar a pele e sem piorar a pigmentação. Ou seja, é possível, sim, tratar e cuidar da pele no verão.


Produtos recomendados nos tratamentos para melasma

Abaixo coloquei uma seleção de produtos usados nos tratamentos para melasma. A seguir, você também vai encontrar a minha rotina de cuidados e minha opinião sobre os produtos.

Tratamentos para melasma

  1. Sérum antimanchas Vinoperfect Caudalie (LINK AQUI) – contém o concentrado Viniferina, composto natural encontrado na seiva da videira, conhecido por clarear e iluminar a aparência da pele.
  2. Melanesse Manutenção Natupele – Tratamento Clareador (LINK AQUI) –  contém palmitato de retinila, ácido mandélico, ácido glicirrhízico e ácido fítico. Usei e adorei o resultado.
  3. Creme Clareador Facial Blancy Noturno Mantecorp Skincare Agecare (LINK AQUI) – com ácido kójico, alfa arbutin, extrato de brassica napus e sephiwhite.
  4. Sérum Intensivo Multiclareador Chronos (LINK AQUI) – contém 0,35% de concentrado de aroeira, 10% de vitamina C pura, 4% de ácido glicólico e 0,5% de ferúlico. Comecei a usar agora.
  5. Dermage Clarité TX (LINK AQUI) – contém ácido tranexâmico.



O que eu estou fazendo para tratar meu melasma

Usei um potinho inteiro do Melanesse Manutenção e agora estou usando o Chronos Sérum Intensivo Multiclareador. Abaixo conto minha experiência com cada produto.

Melanesse Manutenção Natupele resenha

Primeiramente, as informações que constam na bula do produto:

Finalidade do Melanesse Manutenção

É um creme clareador da pele, indicado para manutenção do clareamento da pele. Seu uso deve ser em conjunto com o Melanesse.

Apesar dessa informação, eu só usei o Melanesse Manutenção.

Composição do produto

Fotografei a embalagem com essa informação:

Melanesse composição para o tratamento do melasma.
Ingredientes do Melanesse Manutenção (LINK para o produto).

Modo de usar segundo o fabricante

Aplicar o Melanesse Manutenção no rosto, no dia seguinte à aplicação do Melanesse.

Iniciar o uso 1 vez ao dia antes de deitar. O tratamento deve ser conduzido pelo período de 6 meses à 2 anos.

Continuamente deve ser efetuada a aplicação do filtro solar FPS 30, de 2 a 3 vezes ao dia.

Antes de iniciar a aplicação do produto é recomendado à limpeza suave da pele com um sabonete líquido neutro.

Restrições de uso

Não aplicar nas pálpebras, nos cantos externos do nariz e da boca e na pele irritada ou lesionada.

Evitar exposição solar durante o uso do produto.

Nas primeiras aplicações poderão ser observadas sensações transitórias de ardor, pinicação ou ressecamento da pele. Persistindo o incômodo, suspenda o uso e procure orientação médica.

O produto é contraindicado, contudo, para gestantes, lactantes e crianças.

Minha opinião sobre o Melanesse Manutenção

Acabei recentemente um potinho do Melanesse  e amei o resultado. Depois de um período de exposição intensa ao sol, achei que esse produto realmente clareou minhas manchas.

Mas aviso logo, ele promoveu descamação na numa pele, por isso, apliquei somente três vezes por semana.

O Melanesse já no finalzinho.

Ele deixa a pele bem marrom, então, não fica nada bonito de mostrar para quem dorme com você. Mas o que não fazemos pela beleza?

Chronos Natura Sérum Intensivo Multiclareador resenha

Como sou curiosa com relação aos produtos e preciso testar outros ativos de tratamento para poder vir aqui contar para vocês, terminei o potinho do Melanesse Manutenção e resolvi experimentar o Sérum Intensivo Multiclareador da Natura.

O Chronos Sérum Intensivo Multiclareador (LINK para o produto).

Como uso outros produtos da linha, como o Tratamento Antissinais 45+ Noturno de Chronos, optei por combinar os dois produtos para ver o resultado.

Composição do produto

O produto contém 0,35% de extrato de aroeira, um ativo da biodiversidade brasileira, 10% de vitamina C pura (uma ótima concentração), 4% de ácido glicólico e 0,5% de ácido ferúlico. Todas essas substâncias são reconhecidas pelo seu potencial clareador.

Também fotografei a embalagem:

Tratamentos para melasma.
Tratamentos para melasma: ingredientes do Sérum Intensivo Multiclareador de Chronos da Natura.

Como usar o produto segundo a Natura

Importante dizer que a recomendação da Natura é, na primeira semana de uso do Sérum Intensivo Multiclareador, aplicar em pequenas quantidades e em dias alternados, uma vez ao dia a noite.

A partir da segunda semana aplicar o produto no rosto previamente limpo e seco, uma vez ao dia todas as noites.

Durante o tratamento com o Sérum Intensivo Multiclareador é indispensável o uso de protetor solar com FPS 30, no mínimo, durante o dia.

Como estou usando

Aplico a noite, o Sérum Intensivo Multiclareador depois de limpar, tonificar e hidratar a pele. E, por último, passo o Antissinais de Chronos 45+ (LINK).

Minha opinião sobre o produto

Ainda estou avaliando o produto, assim que tiver uma opinião formada venho aqui contar.

Mas já vou dizendo que ele tem um cheiro que fica bem ativo na pele. Se você é sensível a cheiros, talvez esse produto te incomode. Contudo, é fácil de aplicar e fica incolor na pele.

É isso! E, você, segue direitinho os tratamentos para melasma? Qual produto que você não abre mão? Comente aqui nesse post.

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