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Tratamentos para melasma e como prevenir

O melasma, aquelas manchas escuras na pele do rosto, é um problema que normalmente surge ou se agrava durante o verão. E o pior, a formação dessas áreas escurecidas tem impacto principalmente sobre a autoestima e a qualidade de vida das portadoras do transtorno. O aspecto antiestético das manchas pode servir de entrave até para os relacionamentos sociais, afetivos e profissionais. Inclusive, não é incomum a pessoa se afastar dos ambientes que antes frequentava, especialmente quando envolve a luz solar direta. Eu tenho e posso afirmar o quanto é difícil tratar e disfarçar esse problema. Aqui nesse post conto para você dicas de prevenção e tratamentos para melasma.

Tratamentos para melasma: conhecendo o problema

Antes de falar em tratamento, é importante entender o que é o melasma, transtorno dermatológico, de caráter predominantemente estético, sem nenhum outro problema de saúde associado, a não ser psicológico. Afeta principalmente mulheres, mas também pode ser visto em homens (apenas 10% são afetados).

É uma condição crônica e recidivante, mais frequente nas mulheres em fase reprodutiva, entre 20 e 50 anos. É raro manifestar-se antes da puberdade.

Mas o que é o melasma?

É uma mancha acastanhada ou marrom-acinzentada, mais comum na face, com formato similar ao de um “mapa” (assimétrico, com limites bem demarcados e com bordas irregulares). Mas também pode ocorrer em outras partes do corpo como nos braços, pescoço e colo.

No rosto, os locais onde mais são observadas as manchas de melasma são: as maçãs, a testa, o queixo, a área sobre o lábio superior e as têmporas. O tamanho das manchas pode variar bastante, podendo chegar a tomar completamente a face.

Trata-se de uma hiperpigmentação da pele, decorrente da deposição aumentada da melanina, pigmento de origem proteica, que é responsável pela coloração da pele. A melanina tem ação de proteção, evitando assim danos da radiação ultravioleta ao DNA das células.

São mais vulneráveis as pessoas de pele morena em tons mais escuros, como as africanas, as afrodescendentes, as de ascendência árabe, as asiáticas e as hispânicas que, por natureza, produzem mais melanina, pois possuem melanócitos (células produtoras de melanina) mais ativos.

Tratamentos para melasma
Eu sem maquiagem, pós banho de sol.

A melanogênese ou formação da melanina

A coloração da pele humana é percebida em sua parte mais externa: a epiderme, onde os melanócitos estão localizados. Com a exposição à radiação ultravioleta (UV), a melanogênese (formação da melanina) é aumentada pela ativação de uma enzima chave: a tirosinase.

Classificação do melasma

Observando a distribuição da melanina pela mancha, o melasma pode ser classificado em 3 tipos:

  • Epidérmico – quando o depósito de melanina concentra-se na epiderme, a camada mais externa da pele.
  • Dérmico – a mancha de melanina concentra-se na derme, a camada intermediária da pele.
  • Misto – quando a mancha de melanina afeta tanto a derme quanto a epiderme. Esse é o tipo mais difícil de ser tratado.

O que pode desencadear?

Entre os principais gatilhos estão os fatores hormonais e a exposição solar, mas outros também estão relacionados. Assim, são fatores de risco:

  • Sexo feminino
  • Tons de pele mais escuros (fototipos III e IV)
  • Herança genética
  • Exposição aos raios ultravioleta
  • Uso de anticoncepcionais orais e terapia de reposição hormonal, pelo aumento da circulação de hormônios
  • Gravidez, também pela questão hormonal (muito comum nesse período, é também conhecido como cloasma gravídico ou máscara da gravidez)
  • Disfunção da tireoide
  • Uso de medicamentos para tratamento da hipertensão e da epilepsia
  • Uso de cosméticos irritantes para a pele (que reage a agressão produzindo mais melanina do que deveria)

Causas do melasma

Ainda não se conhece totalmente a causa do aparecimento do melasma. O que é concreto é que a exposição aos raios ultravioleta estimula a atividade dos melanócitos. É um problema multifatorial.

Estudos mais recentes sugerem que outras células da pele como os fibroblastos e mastócitos, que fazem parte do sistema de defesa do organismo, podem estar envolvidas no aparecimento do melasma. Relacionando, assim, o transtorno a problemas como a inflamação.

Além da luz ultravioleta, principalmente de origem solar, que é invisível ao olho humano, estudos também registraram que a existência de uma luz visível, em menor grau, pode ocasionar o aumento na pigmentação característica do melasma. Essa luz visível é aquela emitida pela tela do computador, do tablet, do celular e da TV, pelos raios laser ou pelas lâmpadas fluorescentes.

Manchas de melasma.

Diagnóstico do transtorno

O diagnóstico baseia-se no levantamento da história pessoal e familiar do transtorno. Leva em conta o uso de contraceptivos orais, reposição hormonal, gravidez, hábitos de exposição a luz solar, assim como a avaliação clínica das manchas e a gravidade das lesões.

O exame utilizando a lâmpada de Wood é um recurso importante para constituir o diagnóstico e orientar o tratamento, pois ajuda a definir o tipo da lesão pigmentar e sua extensão.

É importante estabelecer o diagnóstico diferencial do melasma com algumas doenças inflamatórias que também provocam hiperpigmentação na pele do rosto ou em outras áreas o corpo, como a dermatite de contato, a acne, a eczema e a doença de Addison, enfermidade que afeta a produção de hormônios pela glândula adrenal.

É preciso levar em conta também que a hiperpigmentação pode ser induzida pelo uso de medicamentos. Entre eles, vale destacar: os antibióticos, como a tetraciclina e a ciclofosfamida, os antimaláricos e o cloridrato de amiodarona indicado para distúrbios cardíacos. Nesses casos, porém, as lesões não costumam ser simétricas.

Em raras situações, torna-se indispensável enviar para biopsia um pequeno fragmento da pele com excesso de melanina para diferenciar o melasma de outras afecções cutâneas.

O melasma pode regredir espontaneamente, bem devagar, depois do parto ou quando for abandonado o uso de contraceptivos orais. No entanto, dado o caráter recidivante do distúrbio, existem outros cuidados que podem acelerar o processo e evitar as recaídas. Prevenir continua sendo, entre todos, o melhor remédio.

Prevenção

Como já comentei, o melasma é uma condição adquirida, de caráter crônico, que exige atenção continuada e persistente para evitar sua reincidência após o trratamento.

Isso justifica o uso diário do protetor solar de amplo espectro contra a ação nociva dos raios ultravioleta A e B.

O FPS (fator de proteção solar) que normalmente vem estampado na embalagem dos produtos indica apenas o grau de proteção contra os raios UVB, que atingem as camadas mais superficiais da pele e provocam queimaduras, vermelhidão e ardor.

Contra os raios UVA, que danificam as camadas mais profundas da pele e são fatores de risco para o escurecimento das manchas, o envelhecimento precoce e o câncer de pele, a medida de proteção é apontada pela sigla PPD (Persistent Pigment Dark) ou UVA, seguidas por um número (PPD 20 ou UVA 20, por exemplo) ou pela repetição do sinal + (exemplos: PPD+ ou UVA++, PPD+++ ou UVA+++) no rótulo do produto.

Portanto, portadores de melasma devem usar diariamente protetor solar de amplo espectro com FPS igual ou superior a 30 e índice de PPD equivalente a pelo menos um terço do valor do FPS (UVA+ ou UVA++).

Outra informação importante, o protetor solar (LINK) deve ser reaplicado a cada duas horas, se a pessoa permanecer ao ar livre e sempre que molhar a pele ou suar muito.

Tratamentos para melasma

Além da aplicação sistemática do protetor solar de amplo espectro, o tratamento do melasma inclui o uso tópico de agentes ativos clareadores. Esses promovem o clareamento gradual das manchas causadas pela produção excessiva de melanina.

Existem várias substâncias que podem reduzir o nível de pigmentação da pele. Os principais mecanismos de atuação destas substâncias residem na:

  • Redução da síntese de melanina, principalmente por meio da inibição da tirosinase,
  • Inibição da transferência da melanina dos melanossomos (corpúsculos intra-celulares que armazenam a melanina) aos queratinócitos (células do epitélio da pele)
  • Descamação da pele para a remoção do excesso do conteúdo de melanina e
  • Ação antioxidante

A seguir estão os ativos usados por cada um dos mecanismos de atuação dos tratamentos para melasma.

Tratamentos para melasma com inibidores da tirosinase

A tirosinase é o alvo mais comum para o clareamento cutâneo. Os inibidores da tirosinase mais comuns são os compostos derivados de quinonas, tais como a hidroquinona.

Quinonas

A hidroquinona foi o padrão convencional no tratamento de hiperpigmentações por mais de 40 anos. Este ativo pode ser encontrado no trigo, na cerveja no café e em berries. Por apresentar alta agressividade, gerando perda de melanócitos e descoloração permanente da pele, a hidroquinona deixou de ser o padrão e foi banido na Europa. Atualmente, empregam-se substitutos em formulações. Portanto, o uso de cosméticos com essa substância deve ser acompanho por dermatologista.

Um dos substitutos à hidroquinona é o arbutin, um derivado glicosilado da hidroquinona encontrado em cranberries, blueberries, no trigo e em ervilhas. O arbutin é menos tóxico para os tecidos do que a hidroquinona e inibe a tirosinase por ligação competitiva e reversível.

Derivado sintético do arbutin, o deoxiarbutin demonstra-se eficaz e menos citotóxico que os ativos anteriores.  A capacidade de inibição da tirosinase é similar à da hidroquinona e à do arbutin, mas o deoxiarbutin age, também, na redução da transcrição do gene que codifica para a tirosinase.

Outros ativos inibidores da tirosinase

Existem ativos não relacionados a quinonas e que atuam inibindo a tirosinase. É o caso do ácido kójico, isolado de fungos do gênero Acetobacter, Aspergillus e Penicillium. Apesar de popular no tratamento do melasma, o ácido kójico pode causar sensibilização, eritema e dermatite de contato.

Outro ativo produzido por microrganismo é o ácido azeláico. Naturalmente encontrado no trigo, no centeio e na cevada, este ativo pode ser produzido pela levedura Pityrosporum ovale e é normalmente empregado no tratamento da acne, da rosácea, da pigmentação cutânea, das sardas, dos nevos e das manchas senis. Age como um inibidor competitivo.

Por fim, apesar de controversos, vale mencionar os ativos flavonoid-like. Existem cerca de 4000 flavonoides identificados até o momento, apresentando uma variedade de atividades como a anti-inflamatória, a sequestradora de radicais livres e a anti-carcinogênica.

Alguns destes flavonoides, como a aloesina, os derivados de hidroxistilbenos e o extrato de licorice são utilizados em formulações para clareamento cutâneo. A aloesina, por exemplo, é capaz de inibir competitivamente a tirosinase.

Já os hidroxistilbenos, do qual o representante mais conhecido é o resveratrol, podem reduzir a atividade da tirosinase.

O extrato de licorice também possui a capacidade de inibir a tirosinase.

A controvérsia do uso de compostos flavonoid-like como ativos clareadores reside no fato de que alguns flavonoides promovem o efeito inverso, ou seja, promovem a melanogênese. Alguns exemplos de flavonoides paradoxos são a naringenina, a quercetina, a luteolina e a taxifolina.

Inibição da transferência da melanina para a epiderme

Uma etapa crítica da pigmentação cutânea é a transferência dos melanossomos aos queratinócitos. Sugere-se que o receptor protease-ativado 2 (PAR-2) possua um papel importante nessa transferência, de forma que a ativação de PAR-2 implica em aumento da hiperpigmentação. Acredita-se que os extratos de soja e o leite de soja tenham a capacidade de inibir PAR-2, atuando como agentes clareadores por este mecanismo.

Outro ativo para o qual acredita-se que o mecanismo de ação seja a inibição da transferência de melanossomos aos queratinócitos é a niacinamida. Este composto é a forma biologicamente ativa da vitamina B3. Lecitinas e seus conjugados também possuem efeito semelhante.

Tratamentos para melasma por descamação da pele e aceleração do turnover celular

Os agentes químicos que promovem a descamação da epiderme também são empregados com a finalidade de redução de manchas devido ao fato de removerem os queratinócitos ricos em melanina.

Alguns exemplos de ativos desta categoria são os α-hidroxiácidos e os ácidos salicílico, linoleico e retinóico.

Alguns destes ácidos, como o glicólico (o menor dos α-hidroxiácidos) e o linoleico, exibem não só a capacidade esfoliante, como também são capazes de inibir a tirosinase.

Acredita-se que os ácidos retinoides ajam sobre a transcrição da tirosinase, reduzindo-a assim como o ácido octadecenodioico.

Em contraste com os ácidos graxos insaturados, os ácidos graxos saturados como o palmítico e o esteárico exibem o efeito oposto, aumentando a atividade tirosinase e a síntese de melanina.

Antioxidantes: tratamentos para melasma

A ideia de se utilizarem os antioxidantes para o clareamento da pele vem da hipótese de que o estresse oxidativo gerado pela radiação UV contribui com a ativação da melanogênese. Sabe-se que a radiação UV é capaz de induzir à formação de espécies reativas de oxigênio (EROs) na pele.

Os agentes antioxidantes podem, também, interagir com a enzima tirosinase impedindo a sua polimerização para a formação de melanina. Ainda, os antioxidantes podem reduzir a foto-oxidação da melanina pré-existente. Alguns dos antioxidantes veiculados em formulações para clareamento cutâneo são as vitaminas E, C e B.

Estudos vêm sendo realizados para a detecção de novos alvos para o clareamento cutâneo.

Quadros que se revelaram refratários à aplicação local de agentes clareadores e ao peeling superficial podem valer-se das terapias com raios laser, visando ao rompimento dos grãos de melanina que serão reabsorvidos e eliminados pelas células do organismo.

Os tratamentos com agentes clareadores, peeling ou laser podem desencadear efeitos colaterais indesejáveis. Por isso, devem acompanhados de perto pelo médico dermatologista que prescreveu a medicação.

Controle: aumento dos cuidados no verão

No tratamento para melasma a atenção deve ser redobrada entre dez da manhã e quatro da tarde, período em que é maior a emissão dos raios ultravioleta que agridem a pele.

O protetor solar é para ser usado o dia todo, todo dia e não só nos momentos de lazer na praia ou na piscina. Mesmo nos dias nublados, ele deve ser aplicado, porque os raios ultravioleta conseguem romper a barreira imposta pelas nuvens e manchar a pele.

Que a dupla “melasma e verão” é um verdadeiro filme de terror, isso muitas mulheres já perceberam na pele, inclusive eu! Então, o segredinho é aumentar a proteção, combinando filtros solares físicos e químicos.

Filtros solares físicos são roupas, chapéus, viseiras, óculos escuros e guarda-sol, de preferência recobertos com substâncias específicas para barrar os raios ultravioletas. E, também, os pigmentos presentes em alguns protetores solares, que formam literalmente uma barreira física contra os raios solares, aumentando a proteção dos filtros químicos.

Assim, a aplicação de protetor solar de amplo espectro com cor de base no rosto, além de uniformizar a aparência da pele e proteger contra a ação prejudicial dos raios ultravioleta UVB e UVA, têm outra vantagem: a cor funciona como uma segunda barreira de proteção contra os danos causados, também, pela luz visível que se propaga nos ambientes fechados com ar condicionado funcionando.

É possível manter o uso dos cosméticos à base de ácidos no verão?

Depende muito do tipo de pele e do ácido. Há ácidos que são hidratantes e calmantes, como o ácido hialurônico. O tratamento com vitamina C também pode ser mantido durante o verão, desde que conjugado com o protetor solar.

O ácido tranexâmico é outro que pode ser utilizado no verão, pois clareia sem sensibilizar a pele e sem piorar a pigmentacão. Ou seja, é possível, sim, tratar e cuidar da pele no verão.

Produtos recomendados nos tratamentos para melasma

Abaixo coloquei uma seleção de produtos usados nos tratamentos para melasma. A seguir, você também vai encontrar a minha rotina de cuidados e minha opinião sobre os produtos.

Tratamentos para melasma

  1. Sérum antimanchas Vinoperfect Caudalia (LINK AQUI) – ilumina, uniformiza, reduz e previne os sinais de envelhecimento. Ameniza as manchas e previne o seu aparecimento. Sua fórmula contém o concentrado Viniferina, composto natural encontrado na seiva da videira, conhecido por clarear, uniformizar e iluminar a aparência da pele.
  2. Melanesse Manutenção Natupele – Tratamento Clareador (LINK AQUI) – indicado para a manutenção do clareamento e rejuvenescimento facial e hiperpigmentações de origem melânica como, por exemplo, melasmas, cloasmas, melanoses e hipercromias causadas por acne e pós-peeling. Contém palmitato de retinila, ácido mandélico, ácido glicirrhízico e ácido fítico. Usei e adorei o resultado.
  3. Creme Clareador Facial Blancy Noturno Mantecorp Skincare Agecare (LINK AQUI) – clareador progressivo da pele que melhora textura e uniformiza o tom da pele. Contém ácido kójico, alfa arbutin, extrato de brassica napus e sephiwhite.
  4. Sérum Intensivo Multiclareador Chronos (LINK AQUI) – atua em diferentes tipos de áreas escurecidas, em todos os seus estágios de formação. Reduz as diferenças de tonalidade da pele, deixando-a mais uniforme e iluminada.  Reduz o tamanho, a quantidade e a intensidade de áreas escurecidas, desde as camadas mais profundas da pele, eliminando-as desde a sua formação. Contém 0,35% de concentrado de aroeira, 10% de vitamina C pura, 4% de ácido glicólico e 0,5% de ferúlico. Comecei a usar agora.
  5. Dermage Clarité TX (LINK AQUI) – com ele é possível prevenir a formação de novas manchas. Atua em 4 etapas da melanogênese, inibindo a tirosinase e o transporte de melanina para as camadas superficiais da pele, estimulando a renovação celular e inibindo a pigmentação formanda pelo processo inflamatório. Contém ácido tranexâmico.

O que eu estou fazendo para tratar meu melasma

Acabei recentemente um potinho do Melanesse (item 2 da seleção acima) e amei o resultado. Depois de um período de exposição intensa ao sol, achei que esse produto realmente clareou minhas manchas.

O Melanesse já no finalzinho.

Melanesse composição para o tratamento do melasma.
Ingredientes do Melanesse Manutenção (LINK para o produto).
Com o objetivo de tentar outros ativos de tratamento para o meu melasma, para tentar clarear ainda mais, agora comecei a usar o Sérum intensivo multiclareador Chronos da Natura (item 4 da relação acima). É recomendável experimentar os vários ativos usados nos tratamentos para melasma para ver o que traz mais resultado para a sua própria pele.

Como uso outros produtos da linha, como o Tratamento Antissinais 45+ Noturno de Chronos, optei por combinar os dois produtos para ver o resultado.

O Chronos Sérum Intensivo Multiclareador (LINK para o produto).
Tratamentos para melasma.
Tratamentos para melasma: ingredientes do Sérum Intensivo Multiclareador de Chronos da Natura.

Aplico a noite, o Sérum Intensivo Multiclareador depois de limpar, tonificar e hidratar a pele. E, por último, passo o Antissinais de Chronos 45+ (LINK).

Importante dizer que a recomendação da Natura é, na primeira semana de uso do Sérum Intensivo Multiclareador, aplicar em pequenas quantidades e em dias alternados, uma vez ao dia a noite. A partir da segunda semana aplicar o produto no rosto previamente limpo e seco, uma vez ao dia todas as noites.

Durante o tratamento com o Sérum Intensivo Multiclareador é indispensável o uso de protetor solar com FPS 30, no mínimo, durante o dia.

E, você, segue diretitinho os tratamentos para melasma? Qual produto que você não abre mão? Comente aqui nesse post.

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