Yakisoba

Massa pode sim! Receita do meu yakisoba “italiano”

Se você não tem doença celíaca ou intolerância comprovada ao glúten, você pode sim comer uma massa de vez em quando, sem brigar com a balança. Uma forma de comer um macarrão sem culpa é misturá-lo com bastante legumes e um pouco de carne ou frango, se você não for vegetariana.

Se você não come carne, pode substituir por cogumelos, que também fica muito bom. Acrescentando ingredientes proteicos como carnes e cogumelos e muitos vegetais fibrosos você reduz o índice glicêmico da massa e ainda ingere proteínas, fibras, vitaminas e sais minerais.

Abaixo coloquei a minha receita de massa italiana inspirada no yakisoba da culinária oriental. Espero que goste!

Observe na foto como a quantidade de massa é pequena para o restante dos ingredientes. Assim, da para comer uma massinha sem ficar com culpa na consciência.

 

Yakisoba

 

Yakisoba “italiano”

Normalmente o yakisoba é feito com um tipo de macarrão específico, também a base de farinha de trigo. Mas aqui em casa eu faço muitas vezes com massa italiana mesmo. Gosto muito de usar o linguine, um tipo de macarrão parecido com o espaguete, só que com um formado mais achatadinho. A receita é simples, rápida e muito gostosa, feita com os legumes que você tem na geladeira:


Ingredientes

200 g de linguine ou espaguete

400 g de contrafilé ou patinho cortado em tiras finas. Você pode fazer com peito de frango também ou apenas de legumes.

1 cebola cortada aos cubos (de mais ou menos 1,5 cm)

1 pimentão amarelo (sem sementes cortado aos cubos)

1 pimentão vermelho (sem sementes cortado aos cubos)

1 cenoura cortada em rodelas (de mais ou menos 0,5 cm)

Meia xícara de ervilhas congeladas (a enlatada não serve pois é muito mole, nem fica com esse tom de verde)

1 colher de sobremesa de gengibre picado ou ralado (coloque menos se não gostar que fique picante)

1 colher de sopa de óleo (milho, girassol ou gergelim)

1/2 xícara de molho shoyu light (o light tem menos sódio) ou sem glutamato monossódico. Se preferir pode colocar mais.

Pimenta do reino moída na hora a gosto.

1 colher de sobremesa de amido de milho (opcional)

Substituições ou acréscimos possíveis: brócolis, couve-flor, abobrinha, pimentão verde, enfim os legumes que você gostar e tiver na geladeira. Quanto mais colorido, mais bonito e saudável.

 

Modo de preparo:

Cozinhe o linguine sem sal até ficar al dente. Como o shoyo, mesmo o light já tem muito sal, prefiro não acrescentar mais nenhum. Escorra e coloque o óleo sobre a massa ainda quente para que não grude. Reserve.

Em uma panela antiaderente, de preferência uma wok, que é um tipo de frigideira muito usado na culinária oriental, refogue rapidamente a carne. Como a wok é mais profunda do que uma frigideira comum, facilita na hora de misturar diferentes ingredientes. Como é bonita, vai direto para a mesa. Bem prático.

Em seguida, coloque as cenouras e tampe a panela por 3 minutos para amaciar um pouco. Não precisa cozinhar demais, o gostoso é que fiquem crocantes. Cozinhando pouco você perde menos nutrientes pela ação do calor.

Adicione os pimentões e a cebola e mexa para misturar os ingredientes.

Coloque o gengibre e as ervilhas, mexa e tampe a panela por mais 1 minuto.

Dissolva o amido de milho no molho shoyu e reserve. O amido de milho serve para engrossar o molho e dar brilho a preparação, mas é opcional. Se você quiser uma massa menos calórica, use só o molho shoyu.

Ponha o linguine na wok, distribua o shoyu por cima e misture bem. É importante que a massa fique bem molhadinha com o molho de soja. Se precisar, acrescente mais shoyo. Acrescente a pimenta do reino.

Está pronto, sirva imediatamente.

Rendimento: 4 pessoas.


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